COMO ESCOLHER O MELHOR CORRETOR PARA VENDER SEU IMÓVEL

Contratar a pessoa correta para vender uma casa é fundamental para garantir que você encontre o menor número possível de barreiras durante o contrato e ganhe um bom dinheiro na venda. Ao escolher um corretor, procure por alguém com experiência no ramo e em vender casas na faixa de preço da sua. Sempre verifique as referências, desde o fator mais crítico, que não é quantas casas ele já vendeu, mas sim quantas casas foram vendidas com o mínimo de dor de cabeça para o vendedor e o comprador.

Passos

  1. Imagem intitulada Choose a Realtor to Sell Your House Step 1
    1

    Procure por um corretor de imóveis certificado. Enquanto a maioria das pessoas pensa que corretor de imóveis e agente imobiliário são a mesma coisa, apenas agentes imobiliários com o título Corretor de Imóveis depois do nome pertencem a maior associação comercial de corretores de imóveis do mundo. Os corretores oficiais ganham mais credibilidade no ramo, uma vez que passam por alguns testes de elegibilidade, obedecem a um rigoroso código de ética e participam de cursos anuais para pertencerem ao grupo.

    • Use o corretor para acessar um banco de dados de imóveis disponíveis no mercado, que é a maior listagem mundial de propriedades à venda. Somente os corretores de imóveis certificados têm acesso a essa informação.
  2. Imagem intitulada Choose a Realtor to Sell Your House Step 2
    2

    Escolha um corretor de um grande e respeitável escritório. Os escritórios imobiliários maiores têm mais recursos de vendas e marketing. Quando vários agentes trabalham no mesmo local, mais pessoas podem divulgar a venda.

    • Considere trabalhar com um escritório imobiliário franqueado. Eles tendem a ter mais orçamentos para publicidade do que as empresas de propriedade independente.
  3. Imagem intitulada Choose a Realtor to Sell Your House Step 3
    3

    Peça um plano de marketing. Um bom corretor de imóveis vai saber qual o preço correto da casa para atrair compradores. O possível futuro agente deve saber qual o público-alvo, ter uma estratégia recomendada para dar apelo para a casa e apresentar um plano para comercializar a residência usando vários meios de comunicação.
  4. Imagem intitulada Choose a Realtor to Sell Your House Step 4
    4

    Verifique as referências.

    • Peça para o agente uma lista de vendedores satisfeitos que completaram a transação com ele.
    • Ligue para dois ou três clientes antigos para verificar se o agente vendeu bem suas casas e se estão satisfeitos.
    • Se não encontrar nenhum problema, peça para os clientes antigos compartilharem os detalhes. Confirme que foram tomados todos os cuidados para a satisfação de todas as partes envolvidas na venda.
  5. Imagem intitulada Choose a Realtor to Sell Your House Step 5
    5

    Considere as experiências e capacidades do agente. Muitas pessoas recebem licenças imobiliárias todo ano, mas apenas algumas têm uma vida longa na profissão. O corretor de imóveis ideal tem vários anos de experiência.

    • Descubra a quanto tempo o agente vende casas. Os veteranos geralmente têm mais contatos para ajudá-lo e mais experiência para superar obstáculos.
    • Pesquise quantas casas iguais a sua o agente já vendeu. Considere quantas vendas da faixa de preço da sua ele completou com sucesso. Uma longa lista, de pelo menos uma dúzia de casas anuais, indica um bom sinal.
  6. Imagem intitulada Choose a Realtor to Sell Your House Step 6
    6

    Evite agentes que representam o comprador e o vendedor ao mesmo tempo.Essas pessoas são conhecidas como “agentes duplos” e podem defender os interesses de somente uma das partes. Como os seres humanos geralmente têm dificuldade em exercer a imparcialidade, opte por trabalhar com um agente cuja comissão dependa da vontade de lutar para o melhor para uma das partes.

Dicas

  • Usar um dos diretórios da web reputáveis para corretores de imóveis que operam na região pode ajudar a alavancar a caça para o vendedor perfeito. Se nada mais, ele vai dar uma boa ideia de quão competitivo o mercado de venda local é e também fornecer os detalhes do contato que você precisa começar a pesquisar, além de avaliar os prováveis agentes.
  • Você pode fazer quantas perguntas quiser e nunca deve ter medo de perguntar itens que podem refletir na habilidade de vender casas do agente. Por exemplo, perguntar um corretor onde ele mora pode parecer um pouco grosseiro, mas pelo fato de você dar informações privilegiadas, ele raramente vai se chatear com uma pergunta como esta.
  • Não tenha medo de confiar nos seus instintos – se você o taxa como um corretor de imóveis com pouca experiência, mas que gosta muito do que faz, e se acha que ele tem mais chances de vender a casa, então o contrate, apesar do fato de que a experiência no papel pode pesar.
  • Procure vendas sazonais ou ofertas de aniversário – muitos dos corretores maiores e mais estáveis terão descontos ocasionais em itens essenciais (como inquéritos para o comprador de imóvel residencial) e às vezes oferecem uma menor contribuição para taxas legais envolvidas na venda da casa. Se você gasta tempo para comprar, você vai ser capaz de encontrar uma quantidade considerável fora do custo da venda.
  • Não tenha medo da contraoferta; quando estreitou a escolha com um ou dois possíveis agentes, você sempre pode voltar atrás entre eles, apontando para outras empresas no ramo que oferecem melhores negócios. Geralmente, essa tática pode parecer um pouco afoita e muitas pessoas a consideram ruim, mas muitos corretores esperam esse tipo de interação e estão preparados para abaixar os preços a um mínimo definido quando há uma casa que eles realmente querem mostrar.

Avisos

  • Tome cuidado especial ao lidar com corretores muito afoitos; contato e comunicação constantes são sempre bons, mas as constantes chamadas não solicitadas que vêm antes mesmo de você finalizar a escolha são ruins e geralmente demonstram desespero. De um modo geral, um bom corretor de imóveis estará ocupado com os clientes e só vai entrar em contato com você quando tiver uma posição definitiva a respeito da propriedade.
  • Não contrate corretores somente baseado na personalidade. Verifique o registro imobiliário do estado para encontrar quaisquer reclamações sobre o provável agente imobiliário.

Fonte: https://pt.wikihow.com

Índice de Confiança da Construção aumenta 1,5 ponto em outubro

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, o ICST (Índice de Confiança da Construção) teve uma alta de 1,5 ponto no mês de outubro em comparação com setembro e chegou a 81,8 pontos. O aumento foi ocasionado tanto pela melhora da situação atual quanto pela expectativa para os próximos meses.

Ana Maria Castelo é coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE. Segundo ela “o distanciamento dos dias conturbados de maio e a proximidade de mudança no cenário político parecem estar contribuindo para a recuperação da confiança do empresário da construção. Houve uma redução do pessimismo em grande parte dos segmentos setoriais, associada às expectativas de demanda para os próximos meses. A carteira de contratos das empresas cresceu, recuperando o patamar de 2015, o que deve sustentar a melhora da atividade nos próximos meses”.

O que os dados apontam?
O Índice de Situação Atual, que apura a confiança do empresário da construção no momento presente, também aumentou. A diferença foi de 0,6 ponto no mês de outubro e alcançou 73 pontos. Esse resultado registrou o maior nível desde junho de 2015, quando o número foi de 74,2 pontos.

A percepção de melhora pelos empresários sobre a situação atual da carteira de contratos, foi um fator impactante para o indicador. Houve uma melhora também nesse índice que subiu 0,9 ponto e atingiu 71,7 pontos, o maior nível desde junho de 2015 (73,9 pontos).

Já o Índice de Expectativas (IE-CST), cálculo da confiança do empresário da construção para os próximos meses, cresceu 2,3 pontos. Com isso, chegou a 91,0 pontos, o mesmo nível de julho deste ano. Entretanto, o Nível de Utilização da Capacidade do Setor (Nuci), teve queda de 0,4 ponto, alcançando 65,5%.

Fatores limitantes para melhora do setor
Além disso, a FGV apurou ainda os fatores que estão limitando a melhora do ambiente de negócios. A pesquisa aponta que:

Para 51,5% das empresas do setor a demanda insuficiente é o principal problema
Para 51,8% dos empresários, o cenário econômico do país tem prejudicado o setor.
26,2% acreditam que a incerteza política é que tem dificultado a melhora no segmento.
Enquanto 7,1% enxergam a carência de investimentos como fator agravante.

“O baixo crescimento da economia é o aspecto que mais se sobressai e impede um ritmo de recuperação mais forte para os investimentos na construção”, finaliza Ana Maria Castelo.

Fonte: www.obrafit.com.br

COMO APROVEITAR A RETOMADA DO MERCADO IMOBILIÁRIO AINDA EM 2018?

Este ano, podemos afirmar que houve a retomada do mercado imobiliário. Enquanto no final de 2017 havia uma perspectiva, o fato agora já está concretizado. Enquanto vivemos o fim do terceiro trimestre, os dados mostram que o primeiro foi de crescimento no setor.

Quem afirma isso é a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Segundo a câmara, as vendas de imóveis residenciais novos foram 17,3% maiores no segundo trimestre de 2018 em relação ao mesmo período de 2017. Mas essa recuperação ainda não foi suficiente para as empresas apostarem em novos empreendimentos.

De abril a junho de 2018 os lançamentos saltaram 119,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O estudo Indicadores Imobiliários Nacionais, da CBIC com o Senai Nacional, ainda aponta que neste momento existe é um atendimento da demanda reprimida dos últimos anos. Sem que a confiança dos empresários na economia tenha se consolidado.

Realmente, os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) cresceram 26,11%, se compararmos maio deste ano com o mesmo mês de 2017. Os dados são da Abecip, que informou ainda que o valor financiado no primeiro quadrimestre de 2018 somou R$19,79 bilhões. No mesmo período do ano passado foi R$13,2 bilhões. Esse montante representou alta de 18,1%.

Segundo a Abecip, no acumulado de 12 meses encerrados em abril de 2018, foram financiados R$46,18 bilhões. Comparados aos 12 meses anteriores, ainda existe um pequeno recuo de 2,5%.

Existe a retomada do mercado imobiliário em 2018
Segundo dados da CBIC, existe a retomada do mercado imobiliário em 2018

VENDAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO CRESCEM EM 2018

No segundo trimestre de 2018, segundo a CBIC, as vendas superaram os lançamentos em 25.483 unidades. Esse número representa um aumento de 119,7%  nas unidades vendidas no período. Foram vendidas 29.951 unidades, 32,8% a mais do que no mesmo período de 2017. Ano em que 21.257 unidades foram lançadas.

Por regiões, o Norte se destaca com aumento de 40,7% nas vendas, seguido pelo Nordeste (34,7%). O Sudeste teve alta de 16,4% e o Centro-Oeste, de 6,7%. O Sul foi o único a apresentar queda: 1,1%.

Já em relação ao lançamento de imóveis, na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, houve elevação de 19,9%. A região Centro-Oeste acusou aumento de 697,7% nos lançamentos, o Sul apresentou alta de 234,1%, o Sudeste registrou aumento de 144%, o Nordeste teve queda de 4,7% e o Norte não anotou variação.

Vale destacar que no primeiro semestre, 40% das vendas na cidade de São Paulo foram de imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida.

RETOMADA DO MERCADO IMOBILIÁRIO 2018

retomada do mercado imobiliárioO estudo da CBIC e o Senai Nacional aponta que 54,5% dos imóveis ofertados são unidades com dois dormitórios. Em seguida, vêm aqueles com três dormitórios (28,7%), um dormitório (11,2%) e quatro ou mais (5,7%).

Para aproveitar a retomada do mercado imobiliário em 2018, as pessoas podem aproveitar também que as taxas de juros caíram e o financiamento ficou mais fácil. Como assim?

A Caixa Econômica Federal anunciou recentemente a redução nas taxas de juros do crédito imobiliário. O banco público aumentou também o percentual do valor para financiar imóveis usados.

As taxas mínimas passaram de 9% ao ano para 8,75% no caso de imóveis financiados dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Já os juros para imóveis do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) passaram de 10% para 9,50% ao ano.

O limite de cota de financiamento de imóveis usados sobe de 70% para 80%. Com isso, é possível dar uma entrada menor na aquisição deste tipo de bem.

No balanço do segundo trimestre, no qual a Caixa lucrou 34% acima do mesmo período de 2017, o saldo da carteira de crédito habitacional subiu 3,6% em 12 meses, totalizando R$ 437,5 bilhões em junho.

Destes, R$ 250,9 bilhões vieram de recursos do FGTS e R$ 185,6 bilhões com recursos da caderneta de poupança. Apesar do avanço da concorrência neste segmento, a Caixa informou que segue líder desse mercado com 69,3% de participação.

Para aproveitar essa melhora no mercado e com as taxas de juros menores e as condições de financiamento melhores, tudo leva ao planejamento financeiro. Para  isso, é preciso cortar gastos e enxugar seu orçamento para alcançar esse objetivo.

BANCOS PRIVADOS AVANÇAM NO MERCADO

Os números não deixam dúvidas. A medida da Caixa em relação ao financiamento imobiliário deve-se também à perda de mercado para os bancos privados.

Para se ter uma ideia, se comparados os cinco primeiros meses de 2017 com o mesmo período de 2018, ItaúBradesco e Santander aumentaram, respectivamente, em 21%, 56% e 137% o total de recursos da poupança destinados ao crédito imobiliário. No mesmo período, a Caixa reduziu em 45% o valor.

O Santander, por exemplo, foi o primeiro banco privado a oferecer a linha pró-cotista aos clientes em agências específicas e com taxa de juros de 8,49%. Fora do pró-cotista, a menor taxa do banco é de 8,99%.

O Bradesco também está desenvolvendo esta opção, que deve ficar pronta em novembro deste ano. O público-alvo são clientes que possuem saldo de FGTS com pelo menos 36 meses de contribuição.

A ampliação da atuação dos bancos privados e a flexibilização do financiamento imobiliário apontam para a retomada do mercado imobiliário. De acordo com a Abecip, entre os primeiros semestres de 2017 e 2018, os empréstimos cresceram 23%, atingindo R$ 25,29 bilhões.

PESQUISE

Por mais que o seu desejo de ter o primeiro imóvel seja urgente, é preciso ter cautela. Hoje, o mercado está com várias boas oportunidades e uma pesquisa qualificada te dará a chance de encontrar o melhor negócio que se enquadre ao seu perfil.

Lembre-se de que é possível usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar o seu apartamento. Além de financiar sua aquisição diretamente com a construtora. Quer dizer: você tem muitas facilidades para colocar em prática sua meta de sair de vez do aluguel e ser o dono do seu apartamento.

 

Fonte: FinanceOne

5 MOTIVOS PARA MORAR EM UM CONDOMÍNIO DE CASAS

Muitas pessoas questionam-se sobre qual é o melhor lugar para morar: apartamento ou casa? Casas em condomínio ou não? Existem pontos positivos e negativos que permeiam as duas opções, além de contar também com pontos em comum.

A melhor escolha depende de diversos fatores, que vai desde o gosto do morador até o orçamento disponível.Para auxiliá-lo neste processo de escolha, preparamos uma lista com 5 motivos para morar em um condomínio de casas.

 

1 – SEGURANÇA

Muitas pessoas têm o desejo de morar em uma casa com a segurança que um apartamento tem. Surge como opção, portanto, morar em um condomínio de casas que abrange estes dois desejos. Embora a insegurança de hoje em dia tenha alcançado até mesmo aqueles que acreditavam estar protegidos, viver em um condomínio fechado ainda é a opção mais segura, possibilitando que os pais deixem seus filhos brincar pelo local sem grandes preocupações.

Embora não seja garantido de que nada vá acontecer, morar em um condomínio fechado é mais seguro de fato. Até porque, na maioria dos casos, eles contam com portaria, guarda, câmeras de vigilância e etc. Tudo isso colabora para que os moradores durmam no conforto de sua casa com mais tranquilidade durante à noite.

2 – ESPAÇOS MAIS AMPLOS

Não é universal. Mas a tendência é que casas em condomínio tenham uma planta maior. Tanto as casas geminadas quanto as não geminadas. O terreno maior possibilita que os arquitetos desenvolvam melhor as suas ideias e privilegiem planos que não poderiam ser executados em um apartamento.

Além disso, caso o condomínio permita, é possível fazer pequenas alterações na planta da residência, deixando-a de acordo o gosto do morador. Coisa que é difícil de se fazer em um apartamento.

3 – MENOS BARULHO

Contudo, apesar de se permitir fazer um pouco mais de barulho, é imprescindível seguir as regras do condomínio e, claro, ter bom senso.

Este é um dos principais diferenciais para quem vive em um condomínio de casas. Sim, o barulho existe, mas bem menos se comparado com alguém vivendo no andar de cima, no andar de baixo e nos lados. Quem vive em um apartamento está acostumado com os ruídos vindo do andar superior, com algum objeto caindo no chão e, às vezes, é possível escutar até alguém caminhando. Sem contar que você mesmo tem que se supervisionar para não fazer barulho e se tornar aquele vizinho indesejável para quem vive no andar de baixo.

Quem mora em casa, entretanto, mesmo que seja em um condomínio com casas geminadas, não precisa se preocupar com isso. Apenas com os ruídos que vem dos lados.

Você poderá até abusar um pouco no volume de seu aparelho de som, curtir um filme com o som do home theater e até mesmo fazer uma festinha eventualmente.

 

 

4 – PRIVACIDADE 

Tanto em apartamento quanto condomínio de casas existe essa proximidade com os vizinhos. No entanto, no primeiro caso o contato é muito maior: porta em frente de porta, janela ao lado de janela e vizinhos por todos os lados. Não é possível nem evitá-los nos corredores estreitos do prédio, caso você prefira manter a discrição.

Quanto a quem está em dúvidas entre morar em uma casa dentro de um condomínio fechado ou em um bairro aberto, a questão de privacidade também tem diversos exemplos. Quem mora em um bairro aberto tem que lidar seguidamente com gente batendo na porta todos os dias vendendo produtos. Coisa que não acontece em um condomínio fechado, visto que os ambulantes não passam pela portaria do condomínio.

 

5 – PÁTIO

Este serve de comparação apenas para quem está em dúvida entre um apartamento ou uma casa, embora não se aplique a todos os casos, visto que quem mora no último andar do prédio pode contar com uma cobertura com um grande espaço podendo ter até mesmo jardins.

Salva exceções, a possibilidade de ter um pátio é uma das grandes vantagens para quem prefere morar em uma casa, independentemente de ela estar dentro de um condomínio ou não. Em ambos os casos o morador tem um espaço (pequeno ou não) em que ele pode fazer uma horta, ter um playground para as crianças, local para os animais, e até mesmo ter uma piscina.

Além de ter um charme especial, são várias as vantagens de morar em um condomínio de casas. É como viver em uma casa de bairro aberto, com a segurança de um apartamento em condomínio fechado.

A casa no Bairro Paraíso em Chapecó conta com todas essas características, construída a apenas duas quadras da Rua 7 de Setembro, com fácil acesso ao centro, e com toda a segurança e tranquilidade que você sempre quis.

 

Postado por  

Os bancos não querem que você saiba disso!

Pela décima segunda vez consecutiva o Comite de Política Monetária do Banco Central baixou a taxa básica de juros, desta vez de 6,75 para 6,5% aa, levando-a à nova mínima histórica. Pode até parecer pouco, mas se voltarmos a pouco mais de um anos atrás ela ultrapassava a casa dos 14% ao ano!

Imagino que você deve estar se perguntando, o que é que isso tem a ver comigo? Pode ser que bastante coisa. Nos últimos anos as incorporadoras de todo Brasil represaram milhares de lançamentos, esperando liquidar seus estoques que estavam altos, e a retomada da economia, e isso causou o que vemos hoje uma redução de ofertas no mercado.

Por outro lado essa redução na taxa Selic causa 2 consequência diretas no mercado imobiliário. A primeira é a redução gradual, nos juros de financiamentos praticados pelos bancos, em praticamente todos os emprestimos, inclusive nos habitacionais. A segunda consequência direta é a redução drástica nos ganhos dos investidores que tem aplicações vinculados a taxa selic, como por exemplo o tesouro direto selic, onde muitos tiveram seus ganhos reduzidos pela metade.

 

 

Agora a pouco, antes mesmo de gravar esse vídeo, eu estava conversando com um cliente aqui na imobiliária. Ele trabalha a nada mais nada menos que 18 anos no Banco do Brasil, tem dois cursos superiores e é pós graduado em economia, e sabe o que ele falou pra mim? Leandro, Por enquanto não vou vender o apartamento, quero que você alugue ele pra mim, porquê agora não é a melhor hora pra vender, mas é o melhor momento pra comprar um imóvel antes que os preços voltem a subir!

E isso não sou eu, o Leandro que ta falando, são os especialistas do mercado financeiro, e os próprios números que não me deixam mentir. O jornal Valor Econômico, especializado em economia, finanças e negócios, já traz os resultados incontestáveis dos fundos imobiliários que atingiram agora em fevereiro seu maior valor de mercado histórico de 35 bilhões de reais!

Então, se você ainda ta esperando os preços dos imóveis baixarem pra fazer aquele negócio, eu tenho um má notícia pra você. É muito pouco provável que os preços baixem ainda mais, pelo contrário, muito em breve eles devem começar a subir novamente. A boa notícia é que você está recebendo essa consultoria, em primeira mão, antes de milhares de pessoas que até pagariam um bom dinheiro por isso.

Por isso eu peço uma coisa pra você, que repasse essa informação adiante, se tiver algum amigo ou parente que está pesquisando ou esperando pra comprar um imóvel, muito em breve poder custar mais caro do que hoje, e ai quem saiu na frente vai ter feito o melhor negócio!

Se por acaso você ficou com alguma dúvida sobre esse assunto, é só entrar em contato com a gente aqui na Imobiliária Lorenzon, e se você gostou do vídeo assina meu canal e deixa o seu curtir aqui, e acompanhe as próxima novidades nas nossas redes sociais, no facebook e também no instagram. Um Grande abraço, bons negócios e até a próxima!

Leandro Lorenzon
Personal Broker
CRECI/SC 18056

Posso financiar pelo MCMV?

Muitos clientes vêm até a imobiliária com essa pergunta. Posso financiar pelo Minha Casa Minha Vida? Então, como saber se eu me enquadro no programa MCMV?

Muita gente tem aproveitado todos os benefícios e vantagens desse programa, que vão desde juros muito baixos, na faixa de 5 a 7,5% ao ano até subsídios que podem chegar a 11 mil reais, que são uma ajuda do governo pra você comprar a sua casa ou apartamento. E isso é muito mais simples que a maioria das pessoas imagina.

Você só precisa ter renda comprovada entre 1.600 e 7.000 reais, CPF sem restrições e não ter nenhum imóvel ou outro financiamento no nome. Ah, e quem foi beneficiado uma vez não pode usar novamente o minha casa minha vida para comprar um imóvel, mas ai existem outras linhas de crédito, como a pró cotista por exemplo, que resolvem o seu problema.

Se você se enquadra nos critérios acima, não fica marcando bobeira e corre solicitar uma simulação pra nosso time de corretores da Imobiliária Lorenzon, antes que os valores mudem novamente. Fone (49) 3433-7072.

Leandro Lorenzon
Personal Broker
CRECI/SC 18056

 

A importância da mulher no contexto Imobiliário do Brasil

Há tempos a mulher deixou de ser vista como a responsável pelo lar somente, com o processo de globalização e várias transformações socioculturais e econômicas fizeram com que ela se posicionasse mediante a todas estas mudanças, o que torna a sua jornada de trabalho muito mais fatídica se comparado ao contexto de suas avós (não menos importantes) por exemplo, que não desempenhavam tantas atividades de maneira consecutiva e simultânea como na presente sociedade. No entanto apesar desta jornada tão intensa, elas têm se sobressaído diante das mais variadas circunstâncias cotidianas.

No mercado imobiliário as coisas também não são diferentes, segundo o COFECI que é o Conselho Federal dos Corretores de Imóveis, as Corretoras já totalizam 32% da grande parcela de profissionais em exercício no país, e pensar que elas compõem cerca de 89 mil corretoras diante de um total de aproximadamente 280 mil no país, é incrível!

As mulheres possuem características peculiares, que ressaltam seu potencial nas mais variadas profissões, mas ainda mais como corretoras. Desde o olhar aguçado, minucioso e minimalista à maneira de gerenciamento. Têm facilidade em identificar a necessidade do cliente e sobretudo, sabem aliar a técnica à aplicabilidade diária que podem transformar a realidade de vida das pessoas que buscam por este serviço.

Outra característica que sobressai neste cenário, é que a profissional tem se especializado cada vez mais, buscando em cursos, palestras, workshops, potencializar seu conhecimento de maneira à aplica-los com excelência em seu cotidiano.

Embora ainda haja resquícios de uma sociedade preconceituosa em seus diferentes segmentos, a mulher corretora de imóvel têm se imposto de modo que em muitos contextos seja respeitada em igualdade, tanto pelo cliente quanto pelos seus colegas. Sua presença não causa mais estranheza como de costume a algumas décadas atrás, outrora esse empoderamento concretiza a ideia de que o lugar de cada mulher é onde ela bem entender.

Referência: < https://publicidadeimobiliaria.com/as-mulheres-mercado-imobiliario/ >

Foto: www.universalsoftware.com.br/blog

Conhecendo o Mercado Imobiliário

Antes de falarmos sobre mercado imobiliário e sua dinâmica de funcionamento, é importante entender o que isso significa. Podemos dizer que mercado é o local onde pessoas, físicas ou jurídicas, realizam trocas de bens de serviço por outros bens ou por dinheiro, ou seja, um conjunto de compradores e vendedores atuam interagindo com a finalidade de comprar e vender produtos ou serviços.

Assim como outros mercados existentes e a até própria natureza e sua lei da termodinâmica, o mercado imobiliário possui uma força natural que tende ao equilíbrio, e este movimento é conhecido como lei da oferta e da procura. Isto significa que quanto maior a procura por imóveis mais os preços irão subir, até o ponto em que a alta de preços desestimule a compra, forçando-a a baixar. Da mesma forma quando existe mais oferta para venda do que procura a tendência é de queda dos preços, até que as forças voltem a se equilibrar.

Além das configurações econômicas, o mercado imobiliário tem se mostrado um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento dos espaços urbanos das cidades, possibilitando maior qualidade de vida para toda a sociedade. Devido ao grande número de empregos diretos e indiretos em toda sua cadeia produtiva, desde as lojas de materiais de construções até as corretoras de imóveis, este mercado trabalha de mãos dadas com a indústria de construção civil, realizando um importante papel na distribuição de renda, arrecadação de tributos, crescimento da economia local e regional, e urbanização de nossas cidades.

Nossa casa, Sua casa!

Mentes inquietas sempre estiveram a frente do seu tempo.

Os melhores profissionais compreendem que o mercado está em constante mudança, bem como os seus clientes. Por isso procuram se aperfeiçoar, aprimorando técnicas, articulando à teorias sem deixar de lado o feeling.

Se você pensa o mercado imobiliário e econômico assim como nós, este é o seu lugar. Crie, realize, inspire!

 

Fique a vontade, sinta-se em casa!

 

[ninja_form id=]